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| lista de naufrágios

O mais antigo registro sobre um naufrágio em Ilhabela remete ao ano de 1721.
Durante a viagem em que descobriria a ilha de Rapa Nui, a esquadra do circunavegador neerlandês Jacob Roggeveen, da Companhia das Índias Ocidentais, teria afundado no Canal a nau pirata Pamelar, carregada de fortuna que incluía a prataria saqueada do Mosteiro de São Francisco, em São Sebastião. Mergulhadores teriam vindo de Portugal para resgatar sua valiosa carga.

LISTA COMPLETA DOS REGISTROS DE NAUFRÁGIOS EM ILHABELA:
1721 - Pamelar;
1825 - Menalia e Aurora, mercantes atacados durante a Guerra da Cisplatina;
1827 - Pujante, bergantim saqueado e incendiado por navio argentino;
1838 - Zulmira;
1849 - Navio indeterminado incendiado pela marinha inglesa por tráfico de escravos;
1839 - escuna Dois Amigos (Localização: praia das Enchovas. Data: 15/05/1839);
1853 - brigue Cacique (Localização: SSE de Alcatrazes, ≈24º 20’ S e 45º 34’ O. Data: 09/01/1853);
1865 - Duarte;
1882 - Crest;
1884 - Dart;
1900 - MSN;
1905 - cargueiro Atílio, chocou-se com o veleiro Alttanir (Localização: entre as pontas do Boi e do Diogo);
1908 - Velásquez;
1909 - Hathor;
1913- Guarany, rebocador da Marinha que colidiu durante treino de guerra com o vapor Borborema, acidente com 30 mortes (Localização: perto da Ponta da Pirabura. Profundidade: 46 m. Data: 03/10/1913. Estado: desmantelado);
1916 - Príncipe de Astúrias;
1919 - Therezina;
1920 - Aymoré;
1921 - rebocador Tritão (Localização: Ponta do Boi);
1929 - São Janeco;
1942 - Ross (Rosa ou Rosaire), veleiro de madeira de três mastros atacado por submarino alemão (Localização: a NE da Ponta da Sela. Data: 05/07/1942);
1943 - Elihu B. Washburne;
1943 - Campos, paquete a vapor do Lloyd Brasileiro torpedeado pelo submarino alemão U-170 (Localização: à SO da Ponta do Boi, 24° 20’ 02.46” S e 45° 34’ 09.96” O. Profundidade: 44 a 66 m. Visibilidade: 1 a 6. Data: 23/10/1943. Estado: semi-desmantelado);
1958 - Iguassu;
1959 - Concar;
1961 - Urucânia;
1991 - Alina P, petroleiro que explodiu e afundou no Canal, foi retalhado e parte foi rebocada até perto de Alcatrazes (Data: 30/12/1991);
19?? - Vitória - "Navio do Sal” segundo caiçaras, talvez da Swedish American Line, rebatizado como Playmobil (Localização: entre as pontas da Piraçununga e da Navalha, ≈23º 55’ S e 45º 14’ O. Profundidade: 12 a 30 m. Visibilidade: 8 a 20. Estado: desmantelado);
19?? - “Miudinho”, provável pesqueiro com uns 25 metros (Localização: Saco da Pirabura, 23° 56’ 26.10” S e 45° 14’ 07.92” O. Profundidade: 7 a 12 m. Estado: desmantelado, sem motores, com tanques, compartimentos, escadas, guinchos, etc.);
1??? - navio desconhecido (Localização: foz do ribeirão do Areado. Estado: desmantelado);
1??? - navio desconhecido (Localização: foz do ribeirão da Laje. Estado: desmantelado);
1??? - três naufrágios desconhecidos (Localização: a SE da Ponta do Boi);
1??? - naufrágio desconhecido (Localização: a SE do Saco do Barco);
1??? - cargueiro desconhecido com uns 35 metros (Localização: a E da Laje da Pirabura);
1??? - motor a vapor, com 4 cilindros e uns 4,5 metros (Localização: a SE da Pontinha);
1??? - escuna de madeira Daisy Hill (Localização: Ilha da Serraria).

PEQUENOS NAUFRÁGIOS:
1998 - pesqueiro indeterminado (Localização: Pedras do Sino);
2000 – Brucutu;
2010 - Tatiane I.
1??? - escuna e lancha indeterminadas (Localização: a O da Ilha da Vitória);
1??? - lancha Dawal 41 (Localização: Saco da Capela).

NAVIOS ENCALHADOS QUE SE SALVARAM:
1905 - vapor Victória;
1906 - vapor France;
1931 - paquete americano Western World, o “navio das sedas”, por mais de 20 anos caiçaras vestiram tecido importado descartado de seus porões;
1960 - petroleiro Hamilton Lacke.
* A galera portuguesa Comércio Marítimo encalhou no Canal em 1828, mas não se sabe se naufragou ou foi desencalhada;

OBSERVAÇÕES: 1- Muitos naufrágios carecem de dados ou estão sob estudo, gerando incertezas ou teorias divergentes entre os pesquisadores; 2- A localização pode variar conforme o número de satélites captado ou o Datum de cada GPS; 3- saquear “suvenires” destes bens não-renováveis é destruir parte da nossa história.

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